quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Discursos e Soluções

Olá!

José Carlos Carturan, novamente, nos coloca em condições de pensar: onde é mesmo que está buscando as suas respostas, hein? Ou melhor, você está buscando?

Obrigada, Carturan!

Até a próxima,
Exception Profissionais de Desenvolvimento Humano



Discursos e Soluções




llAlguns acontecimentos das últimas semanas somados a uma observação silenciosa e apurada que tenho feito de pessoas com as quais mantenho contato esporadicamente me fizeram definir o texto desta semana.
As coisas estão tão esquisitas que vale a pena parar para refletir. Particularmente, ‘viajando’ um pouco, creio que o momento atual seja crucial para o que viveremos nos próximos anos. Não apenas porque obviamente nosso futuro depende do hoje, mas exatamente porque penso que passamos por um momento de transição. Talvez uma das maiores transições que a humanidade já passou. Exagero? Teoria conspiratória? Prenúncio do apocalipse? Proximidade do ‘temido’ 2012? Nada disso. Basta perceber as pessoas que convivem com você, com as quais você se relaciona em seu trabalho, família e vida social.
 É impressionante o vazio que toma conta de alguns. Sem críticas, ok? Apenas uma constatação. Relacionamentos impessoais, padrões de conduta mecanizados, falta de propósitos e porque não, falta de humanidade mesmo. Pode reparar. Grande parte das pessoas vive um ritmo tão absurdamente frenético que já não sabem mais o que lhes é importante. Duvida? Então pergunte a elas: o que é importante para você?
Certamente verá na fisionomia do seu interlocutor espanto, deboche ou dúvida. Ou receberá a resposta que o importante é comprar um modelo novo de TV com HDMI, um celular novo, ou qualquer coisa que momentaneamente sirva para preencher esta lacuna e para responder tal pergunta.
 É um momento de extremos. Enquanto uns se voltam para dentro de si para tentar achar alguma resposta que seja um motivo para seguir adiante, a maioria se distancia de si mesmo, buscando fora, meios para suprir tamanho vazio. Onde? Drogas, bebida, sexo, comida, bens de consumo, fanatismo religioso, relacionamentos sequenciais e desestruturados. Discurso moralista este meu? Talvez se enquadre mais na categoria de realista.
As pessoas vão buscar fora o que não encontram em si mesmas. Que seja dita a verdade, na maioria das vezes porque nem mesmo procuram. É mais fácil encontrar alguém ou algo que ilusoriamente supra tais necessidades. O perigo é que neste universo de dúvidas, existem alguns que se aproveitam para trazer as tão aguardadas ‘respostas’ a tantos questionamentos, dizendo exatamente aquilo que queremos (e precisamos) ouvir. Como se existisse alguém capaz de responder a você algo que só você mesmo pode descobrir. Desconfie das soluções mágicas, dos discursos formatados, mas acredite nas possibilidades que possam ser geradas para que VOCÊ descubra seu caminho. E esta descoberta, única e pessoal, talvez seja uma das coisas mais bonitas que podemos viver.

Dr. José Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina 
Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Amigos que te iluminam o dia

Olá!


Daniele Rodrigues é delicada ao dizer sobre PRESENÇA. Sabe aquela presença que dá sentido? Essa aí. 


E questiona o quanto a tecnologia tem nos tirado a “liberdade” de sermos presentes...


Valeu, Dani!


Até a próxima!
Exception Gestão do Desenvolvimento


Amigos que te ilumina o dia


Daqueles que não esperam convite, aparecem porque estavam com vontade de te ver, não te enviam um e-mail ou dão uma ligada, simplesmente se arriscam, tocam sua campainha porque a vontade de desfrutar de sua companhia os faz ser otimistas e saber que você estará lá para atender. 


Não esperam uma data especial, eles aparecem e fazem ser especial, fazem você especial.


Amigos assim estão dando uma passada rápida, mas ficam por horas, dão importância a este tempo que eles não planejaram em sua agenda, mas que é o mais importante do dia. Riem fácil e francamente, se importam . 


Conversam com você por horas a fio, iniciam vários assuntos e não terminam nenhum, porque há tanto o que conversar e compartilhar, mas o importante não é tudo o que há por ser dito, sem o que ficou por dizer, mas apenas o estar ali, jogando conversa fora no meio de um dia qualquer, sem um motivo qualquer, só porque deu vontade, só porque é seu amigo.


Hoje observei que não faço isso desde que saí do ginásio, só vou a busca dos meus amigos quando há um “objetivo”, um convite, um aniversário, uma razão daquelas que merecem ser agendadas. Há muitos anos não saio de casa apenas porque estou com vontade de me sentar e papear com um amigo. Me envergonho disso. Minhas redes sociais têm tantos deles, “amigos”, envio e-mail’s para todos, na maioria em grupos: Meninas, Rapazes, Faculdade, empresa tal, empresa X, colégio, família...


E ainda assim tenho a benção de receber a visita de amigos que simplesmente vieram me ver, apenas pra dizer oi, sem qualquer outra razão. 


E eu ainda estou buscando razão???


Ora essa é a melhor e mais importante de todas, ver os amigos porque eles nos iluminam o dia, porque nos fazem sentir bem, nos encorajam, nos fazem rir, compartilham uma vida conosco em minutos eternos e maravilhosos.


Tenho agora uma vontade enorme de relacionar todos os meus amigos e visitá-los um a um, conhecer os virtuais, apresentar  uns aos outros, entrelaçar afinidades, multiplicar amizades.
O tempo inteiro nos vemos buscando ampliar nossos resultados, estabelecer network, ser influentes e bem relacionados com quem possa nos auxiliar na selva profissional que se ergue cada vez mais densa e fechada, mas ...


Não estará nosso sucesso relacionado as pessoas que se beneficiam apenas com nossa presença? Aquelas que não nos perguntam sobre o que fazemos mas sobre como nos sentimos. Esta é a verdadeira rede de importância em nossas vidas.


Não quero mais fazer network, mas netconfort (sic), quero meus amigos em minha rede na varanda e não no facebook.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Acessibilidade para quem?


Olá!

Clarice Botelho narra as dificuldades de acesso que sofremos e o quanto isso interfere em nossa vida.

Apreciem e compartilhem essa história.

Obrigada, Clarice!

Exception Gestão do Desenvolvimento



 No mês de maio deste ano, sofri um acidente de carro, quebrando meus dois pés. Estou temporariamente impossibilitada de andar, vivendo um período como cadeirante.

Já estou assim por três meses e, neste período, já passei por duas fases: a primeira, onde queria sair muito, como que para provar para mim que uma cadeira de rodas não iria me impedir de viver. Hoje, me encontro na fase de pagar para não sair, já coloquei para amigos e família que até voltar a andar, só sairei de casa para ir ao médico. Mas por quê?

É claro que o estado emocional interfere, e muito. É difícil o momento que estou passando, o tempo não passa, a minha movimentação é limitada e minha dependência é grande. A cada consulta penso que o médico irá autorizar meus primeiros passos e, nada.

Mas, há algo que realmente contribui para este meu “não querer sair”. É esta  “acessibilidade”, ou melhor, a falta dela. Hoje ouve-se falar muito em inclusão, direito dos portadores de necessidades especiais, mas o que ocorre de fato nos dias de hoje? Neste período que estou vivendo, no início, como mencionei, procurei sair muito, fui ao cinema, ao teatro, ao shopping e até a um barzinho e cheguei a uma conclusão: não quero voltar a nenhum desses lugares enquanto não voltar a andar.

Na maioria desses lugares, havia acesso aos portadores de necessidades especiais, mas de maneira inadequada. Nos dois cinemas que fui, em um, tive que ficar na rampa, segurando no encosto do banco ao lado, com medo da cadeira deslizar. Em outra sala, havia espaço reservado a cadeirantes, mas na cara da tela; aquele lugar que, ao final do filme, você sai com torcicolo.  No shopping que fui, havia uma rampa que simplesmente acabava no nada, não tinha acesso a lugar nenhum. No teatro, tive um acolhimento muito bom, mas o espaço reservado a cadeira não era apropriado. Tivemos dificuldade em me “estacionar”.

Na realidade, há muito o que relatar, mas o que quero apresentar é que, de fato, o portador de necessidades especiais não tem garantido o seu direito de acesso. O que percebi é que nestes espaços, existe uma preocupação muito grande em se cumprir a lei que exige a garantia desse acesso, mas não há uma preocupação com  a qualidade do mesmo. Fica claro, que a preocupação é com a fiscalização e não com o ser humano que necessita desse acesso.

Creio que já avançamos muito, mas não podemos nos acomodar, é necessário agora, lutarmos pela garantia da qualidade desse acesso. Todos nós temos o direito de viver integralmente, podendo aproveitar tudo o que a cidade nos oferece. Está escrito: Acessibilidade, um direito de todos.

domingo, 14 de agosto de 2011

Amor de Mestre

Olá!

"Amor de Mestre" remete aqueles que, de alguma forma, encontraram os seus ao longo do caminho até aqui.

Agradeço aos meus todos, aproveitando a postagem, e a um em específico que insiste em ser o “parceiro de busca”. E a cada vez que ele coloca as coisas dessa forma, mais ele se torna o exemplo que escolho seguir...

Valeu, Dani Rodrigues!

Exception Gestão do Desenvolvimento



Amor de Mestre

Recentemente me peguei pensando sobre o que move as pessoas à suas escolhas e resultados, por fim, parei de deter-me no que não me diz respeito e passei a pensar sobre o que me move.


A resposta inicial veio fácil, o amor, e ai, como de hábito, cismar que há algo mais por saber me levou a profundidade e a gratidão.


Percebi que ao longo da minha vida fui agraciada ao escolher meus mestres, sim, nós os escolhemos, podemos ter diversos professores, mas aqueles que nos marcam, que nos ajudam a ser o melhor de nós, estes,  escolhemos.  Então notei que todos os mestres que escolhi conjugavam algo comum, o amor pelo que fazem.


Todos eles, sem exceção, pensavam me ensinar algo durante suas lições vernáculas,  mas foi enquanto observava seus exemplos que eu realmente aprendi.


Aprendi observando o amor com que minha mãe cozinhava e cuidava dos detalhes da casa, a ser cuidadosa com quem amo. Aprendi com minha avó com suas toalhas redondas de crochê perfeito a ser dedicada a um objetivo. Aprendi com uma diretora no subúrbio do Rio de Janeiro que o sistema é feito por nós e por isso tenho que ser melhor. Aprendi com um alemão meio amalucado que a beleza está no pensamento, com uma energica professora de matemática que são os “...filhos teus” e não os “filisteus” que “...não fogem a luta”.


Lembro-me de um professor na faculdade dizer que bem sucedido é quem consegue fazer o que ama e viver disso.


Passaria um dia inteiro enumerando os diversos mestres que amavam tanto o que faziam que me inspiraram a ser quem sou. Apaixonada pelo que faço, seja lá o que for.


Sei  que ainda tenho muito por aprender, e que muitos outros mestres passarão por minha vida,  por hoje quero agradecer aos que me ensinaram o mais importante, os que ensinaram a escolher o amor como primeira passo para realizar qualquer coisa.


E quero convidar você a ser criterioso, ético e fiel a você na escolha dos seus mestres.

Medo do que?

Olá!

Leila Martins escreve sobre o MEDO e como ele pode ser o canal do desenvolvimento da gente.

E mostra que o erro pode ser uma importante ferramenta na caminhada...

Valeu Leila!

Exception Gestão do Desenvolvimento


Medo do que?

É fácil perceber, o tempo todo, o quanto as pessoas possuem medo de errar. Medo de serem frágeis, de não serem queridas, medo, medo e medo.
Mas como viver, passar de nível nesse jogo sem arriscar, testar até onde podemos ir, explorar o que ainda não conhecemos?
Como podemos "destravar" os medos?
Não existem muitas respostas. Provavelmente, teremos que nos submeter ao que mais nos apavora e, então, enfrentar. Continuar evitando só vai adiar o crescimento e gerar angústia. Quando não enfrentamos o que nos apavora, sentimos uma sensação de derrota e frustração, que isso pode acabar doendo mais do que o enfrentamento.

Fomos acostumados à punição pelo erro e nos condicionamos a não arriscar para não errar, pois sempre tivemos reforços negativos. Com o tempo, percebemos que não há outra maneira de passar de fase nesse jogo infinito de crescimento individual, a não ser nos permitindo o erro.
Existe algo que podemos refletir nos momentos de encarar o desconhecido e também nos momentos de ansiedade frente a uma decisão: "O que de melhor pode acontecer?" e " O que de pior pode acontecer?" Parece bobagem, mas essas indagações desnudam as fantasias, tornando-as factíveis e mais reais, diminuindo, assim, o sofrimento e a angústia. Fazer o exercício de dar aos fatos o tamanho real que eles possuem, traz serenidade e clareza para escolher o melhor caminho no momento necessário. 
Outro fato que assombra as pessoas é que a escolha de algo implica diretamente na não escolha de outra opção. Sempre fica a dúvida: "E se eu tivesse escolhido o outro caminho?"
Qual seu maior medo?
É a responsabilidade da escolha ou o que se pode perder com a "não" escolha?
O que define a escolha é o tempo e momento. É comum reeditarmos uma escolha do passado e termos a sensação de que faríamos diferente hoje. E, talvez, até faríamos mesmo, mas naquele momento e naquela situação é o que conseguimos com o objetivo de alcançar o melhor.
Na nossa evolução, mudamos pontos de vista, padrões e opiniões a respeito de tudo. A percepção de ontém pode não ser mais a mesma hoje.

Pensar dessa forma, a respeito do que decidimos no passado, ameniza o peso que muitas vezes insistimos em carregar desnecessariamente por coisas que não podemos mudar. Mas não devemos desprezar o aprendizado que podemos ter ao refletir sobre aquele passado.

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar." (Shakespeare)

Leila Martins

sábado, 13 de agosto de 2011

Onde está seu sonho de criança?

Olá!

Semana boa aqui no Exception GD!

Rafael Almeida escreve sobre algo elementar: sonhos de criança.

Se hoje em dia temos os salões de beleza cheios de crianças preocupadas com a aparência, temos os parques, as praças, as ruas sem elas fazendo o que deveriam fazer...

Aproveitem a leitura!

Exception Gestão do Desenvolvimento






Onde Está seu Sonho de Criança?


Todos os dias, vemos ao nosso redor pessoas estressadas, cansadas, desanimadas... Pessoas que deixaram de rir. Decidiram que a vida devia ser séria, que tinham responsabilidades para cuidar, assuntos a resolver. Que não podem se dar ao luxo de sonhar. E, dia após dia, se tornam mais tristes, menos completas e se sentem perdidas.

Quem foi que disse que você não pode sonhar? Quem falou que você tinha que crescer? Como você se permitiu esquecer o que de mais puro existia em você?

Nesses anos de experiência trabalhando em escola, em especial nos treinamento de kids, percebi que as pessoas têm dificuldades em trabalhar com as crianças não pelas crianças em si, mas por elas e seus pais terem se esquecido do ser criança. Infelizmente, em algum ponto de nossas vidas, buscamos esquecer nossa “infantilidade” e, mais tarde, também matamos isso nos nossos pequenos.

Vemos, cada semestre, menos crianças entrando nas salas e mais miniaturas de adultos estudando conosco. Com isso, temos crianças depressivas, estressadas, APÁTICAS... e isso é tão triste.

Nós sobrecarregamos crianças de 12 anos com atividades mil e seriedade extrema. Não buscamos incentivar a criatividade e a curiosidade. Já queremos passar diretamente para o “APRENDER O QUE É SER RESPONSÁVEL”. Que história é essa? Já ouvi inclusive um pai dizendo: “É bom que já descubra desde cedo que a vida não é fácil”! Que tal ensinar na sua escola, ou para o seu filho, o que é ser criança ao invés de enchê-los com suas expectativas e frustrações?

Onde está seu sonho de criança? Não permita que seu lado infantil morra. Quando foi a última vez que você brincou de esconde-esconde? Você lembra como se pula amarelinha? Pulou corda no último ano? Foi ao parque empinar pipas? Você lembra o que é BRINCAR de bola, e não jogar futebol? Que tal pentear sua boneca? Modelar massinha? Pintar desenhos? Ligar pontinhos? Ah, que delícia é ser inocente.

Que gostoso é brincar na rua, esquecer as regras, assistir um desenho... Lembra-se da última vez que assistiu Ursinhos Carinhosos? Cavalo de fogo? Cavaleiros do Zodíaco? Pokémon? Caverna do Dragão? Thundercats? O que você sentiu ao assistir O Rei Leão? A Pequena Sereia? A Família Adams? Quando foi a última vez que se sentiu criança?

Vamos comer arroz cor-de-rosa? Dip’n Lik? Beber Todinho, Yakut ou KiSuco? E que tal comer um guarda-chuva de chocolate? Trocar os cigarros do vício pelo Cigarro Pan? Trocar suas moedas de um real por moedas de chocolate? Que tal celebrar a vida pelo simples motivo de ser? Vamos trazer de volta a pureza ao nosso coração? Que tal brincar de faz de conta e esquecer por um momento que existe tanto problema lá fora?

Que tal lembrar-se dos seus sonhos de criança e sonhar como uma também?




sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Um dia a mais ou a menos?

Olá!

Compreender e viver de acordo com aquilo que nos move é doloroso e muitas vezes perigoso. Nos é exigido tanto... Mas se não é assim que escolhemos construir o caminho, o que mais faz valer a pena?

José Carlos Carturan reflete sobre isso e nos coloca para pensar...

Apreciem!

Valeu, Zé!

Exception Gestão do Desenvolvimento



Um dia a mais ou a menos?




Primeiramente, bom dia. Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. Obviamente é muito provável que também não o conheça pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito sei algo sobre você que é inexorável: Se você está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.

Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense: É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, ah isso tem.

Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano. Não saber ao certo a que veio e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?

Tá, tudo bem, concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, , dando gostosas gargalhadas, ou seja, lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.

Mas, sendo bem objetivo: Você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra?  Pois é: Esta é a pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabe responder. E dos outros 20% pelo menos metade apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.

Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por ‘provações’. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando ‘passarmos desta para uma melhor’. 

Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.

Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. 

A pergunta que cabe nestas situações é: Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos?  Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que lhe foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?

Essa tal modéstia

Olá!

Dani Rodrigues fala da modéstia. E deixa uma reflexão sobre um ponto importantíssimo: VOCÊ, que trabalha, que luta, que realiza, MERECE receber ELOGIOS.

Parece óbvio? Mas ela mostra que nem tanto...

Valeu, Dani!!!


Exception Gestão do Desenvolvimento
em breve como a SUA REDE de Profissionais de Desenvolvimento Humano!





Essa tal Modéstia

"A modéstia é a muleta dos medíocres e o adereço dos hipócritas." (Phoenix Mistyca)

Existirá algo menos útil que a modéstia?

A educação religiosa de forma geral, seja ela ocidental ou oriental sempre ensina que o controle do ego é a chave para a elevação espiritual, e, culturalmente a religião acaba por orientar a educação do ser humano de forma muito arangente. Bem, discussão religiosa a parte, vamos partir a aplicação deste ditame social.

Desde muito cedo aprendemos a usar a expressão "imagina" como resposta a qualquer elogio que se teça a nós, aprendemos que é muito feio chamar a atenção nos eventos sociais mais simples, mbora sempre que possível nossos pais nos peçam para repetir aqueles feitos íntimos diante de visitas para demonstrar nossa "habilidade infantil".

Então crescemos, nos tornamos adultos, nos esmeramos em ser alguém melhor, anos de estudos, estágios, e muito trabalho para alçar uma posição profissional de sucesso, e quando conseguimos, e até durante todo esse caminho, sempre que alguém elogia nossos esforços, feitos e resultados, achamos mais adequado usao o "imagina" a agradecer e receber o reconhecimento que tanto buscamos.

É controverso a mesma sociedade que nos diz para ser o melhor nos ensinar a usar da "modéstia".

Ao observar as pessoas de destaque e sucesso vejo que elas foram contraventoras desta regra social, os exibidos tornaram-se artistas, os reclusos ótimos escritores, os audaciosos brilhantes empresários e por ai vai, e quando são convidadeos a estrelar uma capa de revista seja a FORBES ou a PEOPLE ninguém se faz de rogado e diz, "imagina".

As pessoas de sucesso agradecem, e desfrutam de toda a glória que fizeram por merecer, elas sorriem satisfeitas ao receber um prêmio e o ostentam em suas estantes.

Modéstia é mania de país subdesenvolvido, que castra touro para que ele pense que é boi manso.

Assuma todo o mérito pelo seu trabalho, responsabilize-se pelo seu sucesso e desfrute dele.

domingo, 7 de agosto de 2011

Uma REDE feita para nós: gente que gosta de gente

Olá, Pessoas!

Queremos agradecer a participação de todos neste blog, seguindo, contribuindo e/ou divulgando essa ideia.

Nosso objetivo desde o início é congregar gente que gosta de gente e ser uma ferramenta de divulgação de opiniões, projetos e pessoas que apostam no ser humano como a maior fonte de riqueza que há.

Muito em breve teremos novidades que convidará você, que nos acompanha, a participar de algo maior.

Mais profissional. Mais oficial. Mais grandioso. É nisso que queremos nos transformar a cada dia e queremos VOCÊ conosco nessa.

Como diz uma grande amiga, bora lá?


Até em breve!
Exception Gestão do Desenvolvimento

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Inseparável

Oi, de novo, Gente!

Rafael Almeida, o Raffis, nos contempla com sua inteligência e maturidade nos dias em que parece que tudo virou pó.

Com um texto de gente grande, ele nos conta sobre uma experiência específica, mas que certamente esbarra em muitos episódios da vida e nos dá o alerta decisivo: o que é seu, ninguém leva!

É isso ai, Raffis! Obrigada!!!

Até a próxima,
Exception Gestão do Desenvolvimento







Inseparável


Nas últimas semanas – não somente eu, mas algumas pessoas – sofremos um processo de revisão de forças. Acontece que recebemos algumas notícias que estavam diretamente conectadas às nossas crenças fortalecedoras e essa notícia balançou muitas delas pois não esperávamos tal acontecimento.

Num primeiro momento eu me permiti sentir isso, afinal, todos os sentimentos nos são importantes em algum ponto e, com esse, não poderia ser diferente. Mas eu já havia aprendido uma lição, que me foi muito importante para esse momento: algumas situações não estão em meu controle, portanto, tudo o que posso fazer é lidar com aquilo que está.

O motivo desse texto, em especial, é tentar dar um pouquinho mais de oxigênio à chama interior dessas pessoas tão especiais. E essas pessoas não são especiais por terem participado de processo X ou Y em algum momento da vida. Elas são especiais porque elas se permitiram – um dia – descobrir, experimentar e buscar o algo a mais dentro delas. Vocês são especiais, pois VOCÊS SÃO!

Durante toda a nossa vida, passamos por situações, conversas, terapias e relacionamentos que nos trazem – em algum ponto – PRESENTES. O que acontece é que, aqueles presentes que vem em forma de textos ou objetos podem ser facilmente esquecidos, jogados fora e – até mesmo – roubados. Porém, fora esses, existem presentes que vão além. É a mensagem essencial do texto, é o significado do objeto, são os presentes que desde o início não são relacionados ao físico, mas ao conhecimento e ao emocional. Esse tipo de presente citado não pode ser tirado de você, muito menos roubado.

Não permita que o externo te roube energia. Permita-se, por outro lado, doar essa e, assim, receber em troca a força que também precisa. Tenha consciência de quem você é, e saiba que essa essência não te pode ser roubada. Essa essência está dentro de você de uma maneira muito mais íntima para que possa ser sugada de você. Ela pode ficar balançada em determinados momentos. O frasco dela pode emperrar a tampa. Mas, jamais, alguém poderá tirar ela de você.

O que você ganhou das pessoas psico e emocionalmente será seu pelo tempo que você crer que lhe convém. Só o que você precisa manter em mente é que esse presente – a partir do momento que lhe foi passado – não é de mais ninguém. Esse presente é seu. Lógico que, isso não excluirá os sentimentos que vem através do distanciamento, da perda ou etc. Mas diminuirá os efeitos desses e te dará a energia necessária para lidar com essas situações.

Por fim, gostaria de dizer mais uma vez que VOCÊ É e EU SOU e NÓS SOMOS. Toda mudança traz um incomodo inicial e um novo aprendizado por fim. Algumas vezes, só nos resta esperar e, enquanto isso, fazemos a nossa parte. Esse texto não serve só para a situação citada no início do texto. É só um grupo em especial. Ele serve para a vida. Abraço coração a coração para todos vocês, pessoas especiais para o meu crescimento.

Marcas da Vida

Olá, Gente!

Dani Rodrigues nos presenteia mais uma vez com sua sensibilidade e inteligência, agora falando daquele tempo da vida que é de contemplação e cheio de glória e que, certamente, deve ser respeitado.

Apreciem!

Valeu, Dani!

Até a próxima,
Exception Gestão do Desenvolvimento





Marcas da Vida



Sempre vi beleza na velhice, não sabia exatamente porque, mas o rosto marcado pelo tempo sempre teve algo que me chama atenção.
Observando com mais atenção alguns pequenos detalhes, entendi essa minha admiração.
Ao ver três senhoras conversando sobre um terrível acidente na região metropolitana de São Paulo, elas deixavam claro o significado de cada ruga.
Uma delas a que liderava a conversa, tinha a boca expressiva, com lábios que certamente foram carnudos e sedutores na juventude, mas ao calar-se esses lábios se acomodavam de forma naturalmente convexa. Seus olhos acompanhavam este desenho, e sua afirmativa era fatalista - "... acharam 11 corpos." - e então seus olhos se perdiam no vazio fora dali.
A segunda, sem piscar seus olhos miúdos, onde não se dinstinguia a iris da menina nos olhos, consentiu submissa - "... é." - os lábios desta, finos e inexpressivos, enrugados no canto superior não marcavam qualquer cor naquele rosto, apenas estavam ali, funcionais, usados sempre com submissão.
a ultima, esta com uma única contribuição a conversa tinha uma expressão tranqüila, com rugas nos cantos dos olhos, que pareciam descansar sobre uma outrora "corada bochecha", neles ainda havia brilho, mais manso e terno que talvez tenha sido no passado, mas nem por isso menos belo. O que mais me chamou a atenção nesta foram seus lábios, repousando tranqüilos numa posição que lhe parecia familia, confortável, com uma intimidade que só o tempo traz, eles pareciam sorrir, mesmo quando calados, e até duranto o rápido e doce comentário - "... Deus queira que estejam errados."

Então eu compreendi, as rugas são os músculos de um atleta, o rosto. Passamos a vida inteira nos preparando para uma prova final, nesta prova medirão se vivemos, haverão rugas da impaciência, da intolerância, da crítica, da piedade, do afeto, do amor. Nisto está a beleza da velhice, em expressas nestas rugas a forma como seviveu. Por fim continuaremos sendo medidos por nossa beleza, mas esta não se conquista com cremes ou plásticas, estaestará expressa por nossos sentimentos, nosso comportamento durante tod
a a vida esse sim será o responsável por desenhar quem somos, e por ensinar aos que virão que suas escolhas deixarão marcar, não apenas nos outros ou no mundo mas principalmente em nós. Estas marcas nos definirão.


Não existe portanto um velho feio e enrugado, mas marcas de uma juventude vivida sem cuidados, o mais importantes, os que tratam da alma humana.

domingo, 3 de julho de 2011

Mais gente, menos gestão.

Olá de novo!

Neste domingo frio, as ideias boas pipocam!

José Carlos Carturan, odontologista e mestre em comportamento humano, diz sobre algo que incomoda nas organizações: a diminuição do foco em GENTE, por mais que isto esteja no discurso das lideranças atualmente.

Valeu, Zé, por mais este!

Abraços,
Exception Gestão do Desenvolvimento



Mais gente, menos gestão



Ultimamente tenho tido bastante contato em empresas com equipes responsáveis pela área de Recursos Humanos. A criação desta área em empresas de grande porte e mais recentemente até mesmo nas de média e pequena estrutura já são um grande avanço quando temos como comparativo o cada vez mais obsoleto ‘D.P.’ (departamento pessoal) ainda presente em algumas empresas e em órgãos públicos.
 
Hoje há departamentos de recursos humanos que participam diretamente de decisões estratégicas de empresas. Cá entre nós isto é uma decisão extremamente salutar, mas ainda não são todos os profissionais que conseguem ter a abrangência de visão necessária para isto. 

Na realidade, há cerca de dez anos uma transição conceitual vem ocorrendo de maneira mais acentuada no modo de encarar a função da área. E como já abordamos em colunas anteriores mudanças podem gerar desconforto. Principalmente quando esta mudança é estrutural. E neste caso não se trata apenas de uma mudança estrutural, mas uma série de paradigmas que devem ser quebrados.

Durante décadas o foco das empresas era a elaboração dos processos, a parte gerencial, os resultados de modo geral e o desenvolvimento de habilidades diretamente ligadas à questão técnica. Hoje isto mudou e o foco deve ser nas pessoas. Nada mais normal em um mundo cada vez mais competitivo, onde há um nivelamento na qualidade da mão de obra e por inúmeros fatores a comunicação e a relação interpessoal está cada vez mais difícil. Contudo, há alguns itens que devem ser observados para que isto aconteça, dentre os quais está o preparo do gestor da área de recursos humanos.

O fato é que alguns gestores ainda não perceberam isto. Alguns já conseguiram enquanto outros simplesmente ignoram esta tendência. Há outros ainda que se encontram no meio do trajeto ou construindo uma ponte entre os dois pontos que separam a idéia da realização. Mas, dentre estes profissionais encontram-se aqueles que ainda não tomaram vulto da importância desta visão global e focam suas atenções apenas em processos, procedimentos, temas menos importantes e em clichês da área.

É preocupante quando em reuniões que participo ao invés de salientar os pontos que devem ser trabalhados e desenvolvidos alguns ficam mais preocupados em demonstrar ‘todo o seu conhecimento’ na área e abusam de termos ‘enlatados’.  Já ouvi frases tão recheadas destes termos que perderam totalmente o sentido. Coisa do tipo: “É importante vermos direito o ponto sobre treinamento, porque o target envolvido está fora do meu budget. Acho que esta questão interfere no turn over e nos processos e está diretamente ligada à Geração Y, que tem foco no fator sócio ambiental e no business.”

Confesso que não entendi nada e que fiquei um pouco assustado com a miscelânea gramatical e conceitual que me foi apresentada. Não tive a oportunidade, mas se pudesse teria dito a ela duas coisas: Por favor, mude seu foco. Menos clichês e mais visão. Mais gente e menos gestão.

Cortesia - Educação sempre cabe...

Olá!

Mais uma vez ela nos presenteia com suas ideias e opiniões.

Dani Rodrigues, é Personal Coach, practitioner em PNL e hoje nos fala sobre algo que parece trivial, mas é algo esquecido no dia-a-dia das pessoas: CORTESIA.

Apreciem. Comentem. Divulguem!

Abraços,
Exception Gestão do Desenvolvimento



Cortesia – Educação Sempre Cabe

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Gostaria de falar sobre a cortesia hoje.

Uma das premissas do meu trabalho é orientar empresas e pessoas sobre a utilização da cortesia na comunicação corporativa. Sempre inicio conscientizando profissionais sobre aspectos simples, principalmente em meios digitais, sobre como pequenos detalhes na comunicação podem fazer uma grande diferença, e até, grandes estragos.

Interessante como isso gera um certo desconforto entre as pessoas, sim, aprender ou reaprender cortesia causa desconforto. Pode parecer absurdo mas estamos tão habituados a um mundo rápido, virtual, impessoal, que um gesto simples pode transtornar todo nosso conceito de educação.

Por vezes observo perplexa a senhora da limpeza entrar em salas repletas de pessoas,que assim como ela estão trabalhando, dando sua contribuição profissional para o andamento de uma empresa, e enquanto ela recolhe seus cestos de lixo, as pessoas simplesmente afastam cadeiras, chutam cestos ou aproveitam para sair da mesa e ir tomar um café. Mas nunca, jamais  agradecem a esta profissional por executar seu trabalho. Ah, mas quando ela se atrasa, ou não retira pontualmente o cesto de lixo, logo é citada e então dedica-se a ela um diálogo inteiro sobre como isso atrapalha o andamento do trabalho alheio.

Tenho percebido até que a descortesia faz parte do treinamento de alguns profissionais. Veja o caso dos operadores de telemarketing. Massivamente treinados para usarem seus roteiros e manterem o ouvinte preso a uma teia que os leve a contratar, comprar ou contribuir, seja lá qual for o objetivo da ligação. Roteiros tão bem fechados, mecanizados que até mesmo o nome do operador é dito em tom robótico. Outro dia ao receber uma chamada destas, logo após o operador dizer seu nome eu respondi: “Bom dia, Sr.Fulano, é um prazer atendê-lo”,e o operador ficou mudo, depois de algum tempo, com um tom de voz natural, fora de roteiro ele retrucou: “Como senhora?” . Foi interessante perceber que um simples gesto de cortesia Fez com que ele perdesse todo o rumo do seu trabalho, ele não sabia mais por onde começar a abordagem de venda dele.

Observo pessoas que mantém sua tecla capslock do computador sempre ativa, porque fazem questão de escrever todos os seus e-mail’s e mensagens com letras garrafais, em comunicação virtual isso significa gritar, não é como sublinhar palavras em um caderno para dar destaque a uma expressão, é gritar, é ser descortês, é ser mal educado.

E depois, as pessoas sentam-se e tecem longas conversas sobre como o mundo está ruim, parece até que viveram em um melhor,  hoje é conseqüência de nossas escolhas, e se não gostamos do resultado, que tal melhorar as opções de amanhã???

Seja cortes hoje, deseje bom dia as pessoas com um sorriso nos lábios, dedique um segundo do seu tempo a praticar o que você espera de melhor.  Talvez no inicio isto te pareça  antinatural, mas depois de algum tempo terá se tornado um habito saudável, como beber água.Fará bem a você, talvez até mais do que a quem você dedique sua cortesia.

Seja uma pessoa a frente do nosso tempo, seja cortes.

Dedique atenção e cortesia sincera as pessoas e você se surpreenderá com o resultado.


domingo, 19 de junho de 2011

Liderar é Inspirar

Olá!

Aqui estamos nós, honradamente, publicando mais um texto de gente importante.

Daniele Rodrigues é Marketing Personal Coaching, practitioner em PNL, hipnóloga e gente fa melhor qualidade.

O texto abaixo vale a pena ser lido, digerido e aplicado, pois LIDERANÇA exige responsabilidade, coragem e humildade.

Valeu, Dani pela confiança e pela belíssima "cabeça"!

Exception Gestão do Desenvolvimento




domingo, 19 de junho de 2011 - 13:21

Liderar é Inspirar
Inspirar é inerente aos líderes.

Chefiar é coisa do passado, ser patrão então é tão antigo quanto assistir TV em preto e branco.

Hoje os homens e mulheres que ocupam posição de liderança na vida, seja no trabalho, no cargo em que ocupam ou na sociedade como figuras paternas, etc., não devem e não podem mais exercer a função icônica, e porque não, cômica, dos detentores da razão.

A razão absoluta é a maior das provas de ignorância de qualquer ser humano, e é imperdoável quando praticada por um líder.

Estar na liderança não é posição para quem tem certeza de que sabe, mas para quem tem a certeza de que poder servir, ajudar, orientar.

Veja que estes três verbos têm como valor denotativo seu caráter em estar a disposição dos outros.

Liderar é estar a serviço do grupo, de outrem, de forma que os liderados encontrem inspiração para o desenvolvimento, o crescimento.

É interessante observar quantos líderes têm-se mantido alheios a esta verdade, embora muitos pensadores da atualidade "esfreguem" este fato na cara de todos, ainda se sintam chefes, gerentes, diretores, e por ostentarem estes títulos exerçam seus desmandos e total despreparo como forma de autoridade institucionalizada.

Coitados.

Estes, cegos, não notam que são apenas atendidos, em suas ordens, mas jamais serão seguidos em seus principios ou objetivos.

São atendidos porque quem os atende segue a premissa básica da educação, de respeitar a hierarquia, a institucionalizada claro, porque a hierarquia de fato, a intelectual, esta está invertida. Aliás, este é um fato da brasilidade, a grande concentração de líderes postos atestadamente inferiores intelectualmente.

Veja intelectualmente não se refere a formação escolar, mas a educacional. É a habilidade de decidir fazer o que lhes é imposto, é saber discernir o que faz porque entende que a inferioridade do seu "chefe" o coloca na situação privilegiada de atendê-lo porque é mais maduro, e pode conviver com a contrariedade sem sofrer ou sem sentir-se inferior, ao contrário, é esta habilidade de adaptar-se ao desmando sem ferir sua capacidade intelectual que o faz superior ao seu chefe.

Porque esse sim, não suporta o não, não suporta saber que está errado, e por isso se vale de sua posição geográfica para impor-se.

Posição geográfica porque costumam ocupar a sala mais confortável ou a cadeira maior. Só por isso.

Já o líder real, este é bússola, ele anda com sua equipe seja onde for, está sempre presente porque mesmo fora do horário de trabalho é lembrado por ter sido exemplo em algum momento.

Os líderes bússola são aqueles de quem você lembra mesmo quando não trabalha mais com ele. Aliás esta é outra diferença, você trabalha com o bússola, ao lado dele, já no caso do geográfico, você trabalha pra ele, por ele. Porque embora ele grite para dizer como deve ser feito, jamais terá a habilidade para fazer.

Liderar é inspirar, guiar, orientar e ser seguido com satisfação.

Líderes são escolhidos, chefes são postos, e logo que se possa, depostos.

Conheça mais em www.danirodrigues.com.br

terça-feira, 31 de maio de 2011

Reprogramação Mental: já ouviu falar?

E hoje só tem coisa muito boa por aqui.

Fernanda Mion, psicóloga, especialista em programação neurolinguística e hipnóloga, ela explica os benefícios da PNL em nosso dia-a-dia.

Você se achará nos exemplos...

Obrigada, Fernanda!

Apreciem!
Exception Gestão do Desenvolvimento

Como reconhecer se você precisa de uma reprogramação mental?

A PNL (Programação Neurolinguística), é uma das técnicas que utilizo no processo terapêutico. Falando resumidamente, esta consiste em reprogramar a mente através da linguagem e da fisiologia.

Quando dizemos à nós mesmos: "Eu não consigo fazer isso"; "Eu não posso comer isso porque passo mal", "Eu não me sinto seguro"; Ativamos o nosso "sistema de crenças", ou seja, em tudo "aquilo" que acreditamos a respeito deste pensamento.

Exemplo: "Eu não consigo aprender". Quando dizemos uma frase como esta, a nossa memória traz a "tona" sensação e sentimentos por traz desta afirmação. É possível que seja lembrado um ou vários momentos no passado onde não conseguimos aprender algo e como aprendemos por repetição, formamos esta referência cerebral. Acreditando que por vezes não conseguimos aprender, tomamos esta crença como verdade para nós, ela vira a nossa realidade e nos impede de tentar outra vez, de nos dar uma nova oportunidade. Afinal, não é porque você não teve o resultado que queria algumas vezes, que este será o resultado de sempre. Parece que se "proteger" é uma tendencia do ser humano , deixando de agir, tentar com "medo" ou pela "ansiedade" de errar/fracassar em uma outra oportunidade.

Normalmente quando acontece utilizamos a "Síndrome dos E se´s": "E se eu fracassar outra vez"; "E se eu não conseguir aprender" "E se der errado"... Daí eu digo: "E se você conseguir?". Há pessoas que me olham com os olhinhos de espanto, afinal, nem contaram com a possibilidade de dar certo e conseguir aprender.

A partir daí é importante reprogramar a mente através da linguagem e da fisiologia, ressignificando suas crenças limitantes e potencializando crenças positivas para que a pessoa possa ouvir em seu diálogo interno, uma frase totalmente diferente para a mesma "coisa", no nosso exemplo: aprender.

Ela poderá dizer assim: "Eu sou capaz de aprender, afinal, tudo o que um homem pode, o outro também pode, é só me esforçar e me dedicar que eu consigo"

Só de falar isso internamente, os sentimentos e a fisiologia mudam. Experimente!

Um abraço

Fernanda Mion

DES-ENVOLVIMENTO

Olá!

Como é rico o campo do desenvolvimento humano! Como é bonita as diferenças para se entender!

Neste texto, Rafael Almeida, futuro e promissor Practitioner, nos mostra um lado do "des", do "desligar", colocando a nossa frente a importância de colocar foco no que é NECESSÁRIO.

Aproveitem essa leitura deliciosa e diferente...

Obrigada, Rafa, pela contribuição!
Exception Gestão do Desenvolvimento


Des-Envolvimento

Eu, ontem à noite: “Quem sou eu para escrever num site de Desenvolvimento Humano, entre terapeutas, psicólogos, Máster-practitioners, hipnólogos e tudo o mais”? Então, lembrei que... EU SOU! Lembrei também que desenvolvimento tem em sua semântica a palavra envolvimento. E já que temos aqui os “treinadores”, precisamos também dos seus “treinandos” para cumprir a relação. Esse seria eu!

Desse vez, gostaria de dividir um insight que tive semanas atrás e que vem de encontro com o nome do blog. Vocês já perceberam que a palavra desenvolvimento quando separada poderia significar “não se envolver” (des = prefixo de negação, separação, oposição e etc)? Choquei! Pois fazia sentido.

Considerando o desenvolvimento profissional, por exemplo. Muitas vezes, para poder crescer, é necessário se “desligar” de funções, pessoas e locais. Você já conheceu alguém que deixou de lado seu desenvolvimento pelos seus vínculos pessoais? Eu conheço.

Com isso, não quero dizer que o melhor seja simplesmente não criar vínculos, pelo contrário. Até por ter também observado que, como todas as negações da vida, é necessário “ligar” para poder “desligar”. E para se desenvolver, é necessário se envolver para deixar o que é preciso e se comprometer com o que é necessário.

Mais exemplos: em treinamentos que participei, precisei assumir as piores coisas que existiam dentro de mim para expulsá-las = envolver e se opor. Em alguns momentos da hipnose, é necessário voltar em uma experiência dolorosa há muito esquecida, des-socializar e, então, superar o que incomoda = envolver e separar.

A verdade é que ter esse insight me ajudou a observar a questão de desenvolvimento de outra forma. Não como uma cobrança constante de melhorar e melhorar, mas, como uma busca de conhecimentos envoltos em névoa que poderão ser reconhecidos, assumidos, liberados, ou negados. Desenvolvimento = exclusão do invólucro.

Ou, ainda, resta o significado de insight como “idéias loucas e desconexas que vêm do nada em cabeças insanas”. Também é possível.

Obrigado pelo espaço e atenção.

Cabeça louca desligando nesse momento.



Rafael Alves Almeida

sábado, 28 de maio de 2011

Resiliência

Olá!

Você é resiliente? Com uma inteligência certeira, ele sempre passa o recado de maneira clara e direta.

José Carlos Carturan Filho é odontologista, especialista em medicina comportamental e neste texto mostra uma das principais competências comportamentais exigida em qualquer atividade profissional.

Vamos lá?

Abraços!
Exception Gestão do Desenvolvimento









Resiliência

De tempos em tempos alguns termos são tomados por empréstimo e utilizados em segmentos diferentes daqueles de onde se originaram. Um termo em especial, ocupou os últimos anos e foi aplicado insistentemente pela psicologia e pela área de recursos humanos e gestão de pessoas. No contexto corporativo então, foi e ainda é utilizado exaustivamente.
O termo resiliência que na física, de onde foi emprestado, é conceituado como a propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Este conceito foi redefinindo e incorporado no ambiente empresarial sendo uma habilidade pessoal, a capacidade do indivíduo em responder às situações adversas, problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão que estas situações acarretam sem se desestabilizar emocionalmente ou recuperando rapidamente seu equilíbrio. De modo bem coloquial, seria o limiar individual em ‘aguentar o tranco, sem espanar’ e ainda responder positivamente às demandas existentes, característica que é considerada um grande diferencial competitivo.
Neste caso especificamente foi positiva a incorporação deste termo, pois uma série de estudos foi realizado para esmiuçar este conceito e a sua real abrangência no cotidiano das empresas. Ainda assim, talvez uma parte muito relevante tenha passado despercebida. Continuando no campo da física, o limiar de resiliência ainda está ligado aos conceitos relativos à plasticidade e elasticidade e inclui o percentual da energia devolvida após a deformação. Isso mesmo. Além de não ceder às pressões, resiliência diz respeito ao quanto podemos gerar de contrapartida usando exatamente a energia que teoricamente seria a responsável por nosso desgaste. Parou para refletir sobre isto?
Parece incrível, mas resumidamente esta tal resiliência também deve ser considerada justamente a capacidade de tirar dos desafios, das situações desfavoráveis o combustível essencial para seguirmos adiante! 
E é aí que reside a grande questão. Se formos fazer uma avaliação criteriosa, grandes líderes, grandes campeões, grandes ícones da humanidade utilizaram exatamente esta força, que denominamos hoje resiliência, para lutar com mais fervor e conquistar seus objetivos. Quer exemplos? Nelson Mandela, Ayrton Senna, Dalai Lama, Martin Luther King, só para citar alguns. Contudo, para isto é necessária muita competência. Logicamente não falo de competência técnica e sim de competência comportamental. Infelizmente, o que é uma ‘menina dos olhos’ dos gestores e deveria ser um exemplo nos líderes torna-se cada vez mais uma utopia. Fruto natural de líderes que fazem questão de manter a pose, quando na verdade são totalmente despreparados para lidar não apenas com a responsabilidade de seus cargos, mas principalmente demonstram nitidamente a falta de habilidade em lidar com pessoas. 

José Carlos Carturan Filho