quinta-feira, 28 de julho de 2011

Inseparável

Oi, de novo, Gente!

Rafael Almeida, o Raffis, nos contempla com sua inteligência e maturidade nos dias em que parece que tudo virou pó.

Com um texto de gente grande, ele nos conta sobre uma experiência específica, mas que certamente esbarra em muitos episódios da vida e nos dá o alerta decisivo: o que é seu, ninguém leva!

É isso ai, Raffis! Obrigada!!!

Até a próxima,
Exception Gestão do Desenvolvimento







Inseparável


Nas últimas semanas – não somente eu, mas algumas pessoas – sofremos um processo de revisão de forças. Acontece que recebemos algumas notícias que estavam diretamente conectadas às nossas crenças fortalecedoras e essa notícia balançou muitas delas pois não esperávamos tal acontecimento.

Num primeiro momento eu me permiti sentir isso, afinal, todos os sentimentos nos são importantes em algum ponto e, com esse, não poderia ser diferente. Mas eu já havia aprendido uma lição, que me foi muito importante para esse momento: algumas situações não estão em meu controle, portanto, tudo o que posso fazer é lidar com aquilo que está.

O motivo desse texto, em especial, é tentar dar um pouquinho mais de oxigênio à chama interior dessas pessoas tão especiais. E essas pessoas não são especiais por terem participado de processo X ou Y em algum momento da vida. Elas são especiais porque elas se permitiram – um dia – descobrir, experimentar e buscar o algo a mais dentro delas. Vocês são especiais, pois VOCÊS SÃO!

Durante toda a nossa vida, passamos por situações, conversas, terapias e relacionamentos que nos trazem – em algum ponto – PRESENTES. O que acontece é que, aqueles presentes que vem em forma de textos ou objetos podem ser facilmente esquecidos, jogados fora e – até mesmo – roubados. Porém, fora esses, existem presentes que vão além. É a mensagem essencial do texto, é o significado do objeto, são os presentes que desde o início não são relacionados ao físico, mas ao conhecimento e ao emocional. Esse tipo de presente citado não pode ser tirado de você, muito menos roubado.

Não permita que o externo te roube energia. Permita-se, por outro lado, doar essa e, assim, receber em troca a força que também precisa. Tenha consciência de quem você é, e saiba que essa essência não te pode ser roubada. Essa essência está dentro de você de uma maneira muito mais íntima para que possa ser sugada de você. Ela pode ficar balançada em determinados momentos. O frasco dela pode emperrar a tampa. Mas, jamais, alguém poderá tirar ela de você.

O que você ganhou das pessoas psico e emocionalmente será seu pelo tempo que você crer que lhe convém. Só o que você precisa manter em mente é que esse presente – a partir do momento que lhe foi passado – não é de mais ninguém. Esse presente é seu. Lógico que, isso não excluirá os sentimentos que vem através do distanciamento, da perda ou etc. Mas diminuirá os efeitos desses e te dará a energia necessária para lidar com essas situações.

Por fim, gostaria de dizer mais uma vez que VOCÊ É e EU SOU e NÓS SOMOS. Toda mudança traz um incomodo inicial e um novo aprendizado por fim. Algumas vezes, só nos resta esperar e, enquanto isso, fazemos a nossa parte. Esse texto não serve só para a situação citada no início do texto. É só um grupo em especial. Ele serve para a vida. Abraço coração a coração para todos vocês, pessoas especiais para o meu crescimento.

Marcas da Vida

Olá, Gente!

Dani Rodrigues nos presenteia mais uma vez com sua sensibilidade e inteligência, agora falando daquele tempo da vida que é de contemplação e cheio de glória e que, certamente, deve ser respeitado.

Apreciem!

Valeu, Dani!

Até a próxima,
Exception Gestão do Desenvolvimento





Marcas da Vida



Sempre vi beleza na velhice, não sabia exatamente porque, mas o rosto marcado pelo tempo sempre teve algo que me chama atenção.
Observando com mais atenção alguns pequenos detalhes, entendi essa minha admiração.
Ao ver três senhoras conversando sobre um terrível acidente na região metropolitana de São Paulo, elas deixavam claro o significado de cada ruga.
Uma delas a que liderava a conversa, tinha a boca expressiva, com lábios que certamente foram carnudos e sedutores na juventude, mas ao calar-se esses lábios se acomodavam de forma naturalmente convexa. Seus olhos acompanhavam este desenho, e sua afirmativa era fatalista - "... acharam 11 corpos." - e então seus olhos se perdiam no vazio fora dali.
A segunda, sem piscar seus olhos miúdos, onde não se dinstinguia a iris da menina nos olhos, consentiu submissa - "... é." - os lábios desta, finos e inexpressivos, enrugados no canto superior não marcavam qualquer cor naquele rosto, apenas estavam ali, funcionais, usados sempre com submissão.
a ultima, esta com uma única contribuição a conversa tinha uma expressão tranqüila, com rugas nos cantos dos olhos, que pareciam descansar sobre uma outrora "corada bochecha", neles ainda havia brilho, mais manso e terno que talvez tenha sido no passado, mas nem por isso menos belo. O que mais me chamou a atenção nesta foram seus lábios, repousando tranqüilos numa posição que lhe parecia familia, confortável, com uma intimidade que só o tempo traz, eles pareciam sorrir, mesmo quando calados, e até duranto o rápido e doce comentário - "... Deus queira que estejam errados."

Então eu compreendi, as rugas são os músculos de um atleta, o rosto. Passamos a vida inteira nos preparando para uma prova final, nesta prova medirão se vivemos, haverão rugas da impaciência, da intolerância, da crítica, da piedade, do afeto, do amor. Nisto está a beleza da velhice, em expressas nestas rugas a forma como seviveu. Por fim continuaremos sendo medidos por nossa beleza, mas esta não se conquista com cremes ou plásticas, estaestará expressa por nossos sentimentos, nosso comportamento durante tod
a a vida esse sim será o responsável por desenhar quem somos, e por ensinar aos que virão que suas escolhas deixarão marcar, não apenas nos outros ou no mundo mas principalmente em nós. Estas marcas nos definirão.


Não existe portanto um velho feio e enrugado, mas marcas de uma juventude vivida sem cuidados, o mais importantes, os que tratam da alma humana.

domingo, 3 de julho de 2011

Mais gente, menos gestão.

Olá de novo!

Neste domingo frio, as ideias boas pipocam!

José Carlos Carturan, odontologista e mestre em comportamento humano, diz sobre algo que incomoda nas organizações: a diminuição do foco em GENTE, por mais que isto esteja no discurso das lideranças atualmente.

Valeu, Zé, por mais este!

Abraços,
Exception Gestão do Desenvolvimento



Mais gente, menos gestão



Ultimamente tenho tido bastante contato em empresas com equipes responsáveis pela área de Recursos Humanos. A criação desta área em empresas de grande porte e mais recentemente até mesmo nas de média e pequena estrutura já são um grande avanço quando temos como comparativo o cada vez mais obsoleto ‘D.P.’ (departamento pessoal) ainda presente em algumas empresas e em órgãos públicos.
 
Hoje há departamentos de recursos humanos que participam diretamente de decisões estratégicas de empresas. Cá entre nós isto é uma decisão extremamente salutar, mas ainda não são todos os profissionais que conseguem ter a abrangência de visão necessária para isto. 

Na realidade, há cerca de dez anos uma transição conceitual vem ocorrendo de maneira mais acentuada no modo de encarar a função da área. E como já abordamos em colunas anteriores mudanças podem gerar desconforto. Principalmente quando esta mudança é estrutural. E neste caso não se trata apenas de uma mudança estrutural, mas uma série de paradigmas que devem ser quebrados.

Durante décadas o foco das empresas era a elaboração dos processos, a parte gerencial, os resultados de modo geral e o desenvolvimento de habilidades diretamente ligadas à questão técnica. Hoje isto mudou e o foco deve ser nas pessoas. Nada mais normal em um mundo cada vez mais competitivo, onde há um nivelamento na qualidade da mão de obra e por inúmeros fatores a comunicação e a relação interpessoal está cada vez mais difícil. Contudo, há alguns itens que devem ser observados para que isto aconteça, dentre os quais está o preparo do gestor da área de recursos humanos.

O fato é que alguns gestores ainda não perceberam isto. Alguns já conseguiram enquanto outros simplesmente ignoram esta tendência. Há outros ainda que se encontram no meio do trajeto ou construindo uma ponte entre os dois pontos que separam a idéia da realização. Mas, dentre estes profissionais encontram-se aqueles que ainda não tomaram vulto da importância desta visão global e focam suas atenções apenas em processos, procedimentos, temas menos importantes e em clichês da área.

É preocupante quando em reuniões que participo ao invés de salientar os pontos que devem ser trabalhados e desenvolvidos alguns ficam mais preocupados em demonstrar ‘todo o seu conhecimento’ na área e abusam de termos ‘enlatados’.  Já ouvi frases tão recheadas destes termos que perderam totalmente o sentido. Coisa do tipo: “É importante vermos direito o ponto sobre treinamento, porque o target envolvido está fora do meu budget. Acho que esta questão interfere no turn over e nos processos e está diretamente ligada à Geração Y, que tem foco no fator sócio ambiental e no business.”

Confesso que não entendi nada e que fiquei um pouco assustado com a miscelânea gramatical e conceitual que me foi apresentada. Não tive a oportunidade, mas se pudesse teria dito a ela duas coisas: Por favor, mude seu foco. Menos clichês e mais visão. Mais gente e menos gestão.

Cortesia - Educação sempre cabe...

Olá!

Mais uma vez ela nos presenteia com suas ideias e opiniões.

Dani Rodrigues, é Personal Coach, practitioner em PNL e hoje nos fala sobre algo que parece trivial, mas é algo esquecido no dia-a-dia das pessoas: CORTESIA.

Apreciem. Comentem. Divulguem!

Abraços,
Exception Gestão do Desenvolvimento



Cortesia – Educação Sempre Cabe

ImageHandler.ashx.jpg

Gostaria de falar sobre a cortesia hoje.

Uma das premissas do meu trabalho é orientar empresas e pessoas sobre a utilização da cortesia na comunicação corporativa. Sempre inicio conscientizando profissionais sobre aspectos simples, principalmente em meios digitais, sobre como pequenos detalhes na comunicação podem fazer uma grande diferença, e até, grandes estragos.

Interessante como isso gera um certo desconforto entre as pessoas, sim, aprender ou reaprender cortesia causa desconforto. Pode parecer absurdo mas estamos tão habituados a um mundo rápido, virtual, impessoal, que um gesto simples pode transtornar todo nosso conceito de educação.

Por vezes observo perplexa a senhora da limpeza entrar em salas repletas de pessoas,que assim como ela estão trabalhando, dando sua contribuição profissional para o andamento de uma empresa, e enquanto ela recolhe seus cestos de lixo, as pessoas simplesmente afastam cadeiras, chutam cestos ou aproveitam para sair da mesa e ir tomar um café. Mas nunca, jamais  agradecem a esta profissional por executar seu trabalho. Ah, mas quando ela se atrasa, ou não retira pontualmente o cesto de lixo, logo é citada e então dedica-se a ela um diálogo inteiro sobre como isso atrapalha o andamento do trabalho alheio.

Tenho percebido até que a descortesia faz parte do treinamento de alguns profissionais. Veja o caso dos operadores de telemarketing. Massivamente treinados para usarem seus roteiros e manterem o ouvinte preso a uma teia que os leve a contratar, comprar ou contribuir, seja lá qual for o objetivo da ligação. Roteiros tão bem fechados, mecanizados que até mesmo o nome do operador é dito em tom robótico. Outro dia ao receber uma chamada destas, logo após o operador dizer seu nome eu respondi: “Bom dia, Sr.Fulano, é um prazer atendê-lo”,e o operador ficou mudo, depois de algum tempo, com um tom de voz natural, fora de roteiro ele retrucou: “Como senhora?” . Foi interessante perceber que um simples gesto de cortesia Fez com que ele perdesse todo o rumo do seu trabalho, ele não sabia mais por onde começar a abordagem de venda dele.

Observo pessoas que mantém sua tecla capslock do computador sempre ativa, porque fazem questão de escrever todos os seus e-mail’s e mensagens com letras garrafais, em comunicação virtual isso significa gritar, não é como sublinhar palavras em um caderno para dar destaque a uma expressão, é gritar, é ser descortês, é ser mal educado.

E depois, as pessoas sentam-se e tecem longas conversas sobre como o mundo está ruim, parece até que viveram em um melhor,  hoje é conseqüência de nossas escolhas, e se não gostamos do resultado, que tal melhorar as opções de amanhã???

Seja cortes hoje, deseje bom dia as pessoas com um sorriso nos lábios, dedique um segundo do seu tempo a praticar o que você espera de melhor.  Talvez no inicio isto te pareça  antinatural, mas depois de algum tempo terá se tornado um habito saudável, como beber água.Fará bem a você, talvez até mais do que a quem você dedique sua cortesia.

Seja uma pessoa a frente do nosso tempo, seja cortes.

Dedique atenção e cortesia sincera as pessoas e você se surpreenderá com o resultado.