terça-feira, 31 de maio de 2011

Reprogramação Mental: já ouviu falar?

E hoje só tem coisa muito boa por aqui.

Fernanda Mion, psicóloga, especialista em programação neurolinguística e hipnóloga, ela explica os benefícios da PNL em nosso dia-a-dia.

Você se achará nos exemplos...

Obrigada, Fernanda!

Apreciem!
Exception Gestão do Desenvolvimento

Como reconhecer se você precisa de uma reprogramação mental?

A PNL (Programação Neurolinguística), é uma das técnicas que utilizo no processo terapêutico. Falando resumidamente, esta consiste em reprogramar a mente através da linguagem e da fisiologia.

Quando dizemos à nós mesmos: "Eu não consigo fazer isso"; "Eu não posso comer isso porque passo mal", "Eu não me sinto seguro"; Ativamos o nosso "sistema de crenças", ou seja, em tudo "aquilo" que acreditamos a respeito deste pensamento.

Exemplo: "Eu não consigo aprender". Quando dizemos uma frase como esta, a nossa memória traz a "tona" sensação e sentimentos por traz desta afirmação. É possível que seja lembrado um ou vários momentos no passado onde não conseguimos aprender algo e como aprendemos por repetição, formamos esta referência cerebral. Acreditando que por vezes não conseguimos aprender, tomamos esta crença como verdade para nós, ela vira a nossa realidade e nos impede de tentar outra vez, de nos dar uma nova oportunidade. Afinal, não é porque você não teve o resultado que queria algumas vezes, que este será o resultado de sempre. Parece que se "proteger" é uma tendencia do ser humano , deixando de agir, tentar com "medo" ou pela "ansiedade" de errar/fracassar em uma outra oportunidade.

Normalmente quando acontece utilizamos a "Síndrome dos E se´s": "E se eu fracassar outra vez"; "E se eu não conseguir aprender" "E se der errado"... Daí eu digo: "E se você conseguir?". Há pessoas que me olham com os olhinhos de espanto, afinal, nem contaram com a possibilidade de dar certo e conseguir aprender.

A partir daí é importante reprogramar a mente através da linguagem e da fisiologia, ressignificando suas crenças limitantes e potencializando crenças positivas para que a pessoa possa ouvir em seu diálogo interno, uma frase totalmente diferente para a mesma "coisa", no nosso exemplo: aprender.

Ela poderá dizer assim: "Eu sou capaz de aprender, afinal, tudo o que um homem pode, o outro também pode, é só me esforçar e me dedicar que eu consigo"

Só de falar isso internamente, os sentimentos e a fisiologia mudam. Experimente!

Um abraço

Fernanda Mion

DES-ENVOLVIMENTO

Olá!

Como é rico o campo do desenvolvimento humano! Como é bonita as diferenças para se entender!

Neste texto, Rafael Almeida, futuro e promissor Practitioner, nos mostra um lado do "des", do "desligar", colocando a nossa frente a importância de colocar foco no que é NECESSÁRIO.

Aproveitem essa leitura deliciosa e diferente...

Obrigada, Rafa, pela contribuição!
Exception Gestão do Desenvolvimento


Des-Envolvimento

Eu, ontem à noite: “Quem sou eu para escrever num site de Desenvolvimento Humano, entre terapeutas, psicólogos, Máster-practitioners, hipnólogos e tudo o mais”? Então, lembrei que... EU SOU! Lembrei também que desenvolvimento tem em sua semântica a palavra envolvimento. E já que temos aqui os “treinadores”, precisamos também dos seus “treinandos” para cumprir a relação. Esse seria eu!

Desse vez, gostaria de dividir um insight que tive semanas atrás e que vem de encontro com o nome do blog. Vocês já perceberam que a palavra desenvolvimento quando separada poderia significar “não se envolver” (des = prefixo de negação, separação, oposição e etc)? Choquei! Pois fazia sentido.

Considerando o desenvolvimento profissional, por exemplo. Muitas vezes, para poder crescer, é necessário se “desligar” de funções, pessoas e locais. Você já conheceu alguém que deixou de lado seu desenvolvimento pelos seus vínculos pessoais? Eu conheço.

Com isso, não quero dizer que o melhor seja simplesmente não criar vínculos, pelo contrário. Até por ter também observado que, como todas as negações da vida, é necessário “ligar” para poder “desligar”. E para se desenvolver, é necessário se envolver para deixar o que é preciso e se comprometer com o que é necessário.

Mais exemplos: em treinamentos que participei, precisei assumir as piores coisas que existiam dentro de mim para expulsá-las = envolver e se opor. Em alguns momentos da hipnose, é necessário voltar em uma experiência dolorosa há muito esquecida, des-socializar e, então, superar o que incomoda = envolver e separar.

A verdade é que ter esse insight me ajudou a observar a questão de desenvolvimento de outra forma. Não como uma cobrança constante de melhorar e melhorar, mas, como uma busca de conhecimentos envoltos em névoa que poderão ser reconhecidos, assumidos, liberados, ou negados. Desenvolvimento = exclusão do invólucro.

Ou, ainda, resta o significado de insight como “idéias loucas e desconexas que vêm do nada em cabeças insanas”. Também é possível.

Obrigado pelo espaço e atenção.

Cabeça louca desligando nesse momento.



Rafael Alves Almeida

sábado, 28 de maio de 2011

Resiliência

Olá!

Você é resiliente? Com uma inteligência certeira, ele sempre passa o recado de maneira clara e direta.

José Carlos Carturan Filho é odontologista, especialista em medicina comportamental e neste texto mostra uma das principais competências comportamentais exigida em qualquer atividade profissional.

Vamos lá?

Abraços!
Exception Gestão do Desenvolvimento









Resiliência

De tempos em tempos alguns termos são tomados por empréstimo e utilizados em segmentos diferentes daqueles de onde se originaram. Um termo em especial, ocupou os últimos anos e foi aplicado insistentemente pela psicologia e pela área de recursos humanos e gestão de pessoas. No contexto corporativo então, foi e ainda é utilizado exaustivamente.
O termo resiliência que na física, de onde foi emprestado, é conceituado como a propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Este conceito foi redefinindo e incorporado no ambiente empresarial sendo uma habilidade pessoal, a capacidade do indivíduo em responder às situações adversas, problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão que estas situações acarretam sem se desestabilizar emocionalmente ou recuperando rapidamente seu equilíbrio. De modo bem coloquial, seria o limiar individual em ‘aguentar o tranco, sem espanar’ e ainda responder positivamente às demandas existentes, característica que é considerada um grande diferencial competitivo.
Neste caso especificamente foi positiva a incorporação deste termo, pois uma série de estudos foi realizado para esmiuçar este conceito e a sua real abrangência no cotidiano das empresas. Ainda assim, talvez uma parte muito relevante tenha passado despercebida. Continuando no campo da física, o limiar de resiliência ainda está ligado aos conceitos relativos à plasticidade e elasticidade e inclui o percentual da energia devolvida após a deformação. Isso mesmo. Além de não ceder às pressões, resiliência diz respeito ao quanto podemos gerar de contrapartida usando exatamente a energia que teoricamente seria a responsável por nosso desgaste. Parou para refletir sobre isto?
Parece incrível, mas resumidamente esta tal resiliência também deve ser considerada justamente a capacidade de tirar dos desafios, das situações desfavoráveis o combustível essencial para seguirmos adiante! 
E é aí que reside a grande questão. Se formos fazer uma avaliação criteriosa, grandes líderes, grandes campeões, grandes ícones da humanidade utilizaram exatamente esta força, que denominamos hoje resiliência, para lutar com mais fervor e conquistar seus objetivos. Quer exemplos? Nelson Mandela, Ayrton Senna, Dalai Lama, Martin Luther King, só para citar alguns. Contudo, para isto é necessária muita competência. Logicamente não falo de competência técnica e sim de competência comportamental. Infelizmente, o que é uma ‘menina dos olhos’ dos gestores e deveria ser um exemplo nos líderes torna-se cada vez mais uma utopia. Fruto natural de líderes que fazem questão de manter a pose, quando na verdade são totalmente despreparados para lidar não apenas com a responsabilidade de seus cargos, mas principalmente demonstram nitidamente a falta de habilidade em lidar com pessoas. 

José Carlos Carturan Filho

Psicoterapia e Coaching: você conhece as diferenças?

Olá!

Inaugurando a troca de informações sobre desenvolvimento humano aqui, no Exception GD, uma grande profissional: Leila Martins. Psicóloga e Coach, ela explica bem a diferença entre essas duas ferramentas de desenvolvimento.

Conheça e aprecie!

Abraços!
Exception Gestão do Desenvolvimento

Entendendo as diferenças entre Coaching e Psicoterapia

O desenvolvimento humano é infinito e existem vários métodos para acelerar esse processo. Dentro deste universo, quero falar sobre aPsicoterapia e o Coaching. Como são áreas muito próximas e oCoaching relativamente pouco conhecido, é comum haver uma confusão entre ambos.

Quais as diferenças entre os dois?

Inicialmente, a Psicoterapia aborda o ponto de vista mais intrínseco e emocional. Já o Coaching objetiva um resultado mais pragmático e focado em uma meta.  

Diversos estudos apontam outras diferenças ainda entre Coaching e Psicoterapia, que são mais claramente percebidas em relação aos objetivos e públicos alvos. Por outro lado, em relação ao formato dos atendimentos, os dois são semelhantes: sessões individuais em encontros semanais com duração de cerca de 50 minutos.


O Coaching é orientado para o objetivo futuro e encoraja o cliente a obter novas conquistas e realizações, tanto na vida pessoal quando profissional, focando performance e desenvolvimento. O coaching não tem objetivo terapêutico, sendo geralmente procurado por pessoas que querem ajuda para atingir metas  e desenvolver-se em competências específicas.


A Psicoterapia tem por objetivo cuidar das questões emocionais, afetivas e comportamentais. A partir da ampliação do auto conhecimento e a resignificação de situações sentidas e ou vividas, é possível ajudar o cliente/paciente a mudar padrões de comportamento que estão mantendo seus problemas e dificuldades atuais, trazendo assim outras maneiras de lidar com suas dificuldades emocionais.

Outra diferença clara é que, no Coaching, existe um número fechado de sessões com prazo definido de término. Já no caso da Psicoterapia, esse tempo é flexível, tendo em vista o tratamento de emoções, traumas e afetividade.

É importante observar que muitos clientes tem se beneficiado em participar dos dois processos, pois um não invalida o outro, pelo contrário, em vários casos eles se complementam. Por exemplo, clientes de Psicoterapia que estão se reestabelecendo de depressão e desejam reestruturar suas carreiras prejudicas pelos seus sintomas, podem se beneficiar do Coaching.

Assim como clientes de Coaching que não conseguem avançar em seus objetivos por questões como quadro depressivo, ansiedade exagerada, fobia social, baixa auto-estima, entre outras, podem se beneficiar daPsicoterapia.

Um último ponto importante é o que trata dos profissionais que oferecem estes processos. Na Psicoterapia, o profissional é o psicólogo que necessita de uma formação acadêmica e estar vinculado ao CRP (Conselho Regional de Psicologia). Para trabalhar com Coaching, o profissional necessita de uma certificação em instituições autorizadas, sem necessariamente ter uma formação acadêmica na área.

Em todos os casos, você deve perceber que um não invalida o outro, nem um é evolução do outro. A Psicoterapia é uma ciência e o Coaching é uma importante ferramenta. Ambos  podem ajudar o desenvolvimento humano.

Leila Martins